Desenhe seu negócio num guardanapo
Por Reportagem: Fast Company   
09 de dezembro de 2008
Cada vez mais empresas se valem de desenhos simples para processar conceitos complexos e convertê- los em idéias fáceis de compartilhar e lembrar. Por exemplo, a Infosys, multinacional de serviços de tecnologia da informação, fez um esboço que representa o antes e o depois no contraste entre a economia clássica e seu próprio sistema, e até o exibiu no Fórum Econômico Mundial de 2008.

Reportagem da Revsita Fast Company mostra como o Wal-Mart, a Microsoft e outras empresas estão usando o poder das imagens para digerir idéias complexas.

As empresas usam, cada vez mais, ilustrações simples para traduzir conceitos omplicados e transformá-los em pepitas –facilmente compartilháveis e recordáveis. A expressão gráfica e o pensamento visual são parte central da cognição umana”, afirma Neil Cohn, pesquisador de psicologia cognitiva e lingüística a Tufts University, de Massachusetts, Estados Unidos. Essas idéias estão sendo utilizadas
com fins diversos: desde para explicar como as empresas vendem o que elas fazem até ara definir a estratégia. Mark Zuckerberg, por exemplo, já disse que o Facebook, rede e relacionamentos criada por ele, é baseado no “gráfico social”, um modelo visual de omo as pessoas interagem.

“Entre o excesso de informação, a globalização e a mera complexidade das empresas odernas, temos de ser mais visuais e menos dependentes da linguagem ao comunicar déias”, explica Dan Roam, consultor visual que presta serviços a organizações de relevo
como eBay, Wells Fargo e Marinha norte-americana. Seu livro sobre como usar esboços em aneta e papel para benefício próprio, The Back of the Napkin: Solving Problems and Selling deas with Pictures, foi publicado em março nos Estados Unidos pela editora Penguin.
Confira a seguir quatro circunstâncias em que os clientes de Roam colocaram seu ensamento em figuras com grande sucesso.

 Fonte: Site HSM Management (íntegra do arquivo na revista e para assinantes do site).